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23 de abril de 2026

CIPA: Cuidados com animais peçonhentos

Confira como foi a palestra com orientações práticas para a segurança dos colaboradores dentro e fora da Cetro.

Cuidar da segurança vai muito além do uso de equipamentos ou do cumprimento de normas. Em muitos casos, começa com informação.

Pensando nisso, a CIPA 2026 da Cetro convidou o Biólogo Guilherme Henrique Luzia para conduzir uma palestra sobre cuidados com animais peçonhentos.

Os encontros dos dias 16 e 17 de abril, na Matriz e no Centro de Distribuição da Cetro em Bauru com transmissão para as Filiais, ampliaram o alcance das orientações aos colaboradores.

Confira como foi:

Entender para prevenir

Um dos primeiros pontos abordados pelo palestrante foi uma dúvida comum: a diferença entre animais peçonhentos e venenosos.

Segundo Guilherme, os animais peçonhentos são aqueles que produzem veneno e conseguem inoculá-lo por meio de ferrões, dentes ou espinhos, por exemplo, cobras, aranhas e escorpiões. Já os venenosos não possuem esse mecanismo, causando intoxicação apenas quando entram em contato com mucosas ou feridas, como os sapos.

Essa distinção ajuda a compreender melhor os riscos de envenenamento e, principalmente, a forma mais adequada de agir em situações de possível contato com os animais.

(Créditos: Comunicação/CETRO)

Por que os acidentes acontecem?

Durante a palestra, foi esclarecido que os acidentes com animais peçonhentos raramente acontecem por ataque. Na maioria das vezes, são situações de defesa, pois os animais reagem quando se sentem ameaçados.

Além disso, como explicado pelo palestrante, a expansão urbana aproxima esses animais da cidade em busca de alimentos, especialmente em locais com acúmulo de resíduos e presença de insetos, como baratas.

(Créditos: Comunicação/CETRO)

Escorpião-amarelo: atenção redobrada

Um dos principais destaques da palestra, o escorpião-amarelo é uma das espécies mais comuns e de maior relevância em acidentes com animais peçonhentos no Brasil.

Fotografias do palestrante em frente ao telão de um auditório na palestra da CIPA sobre cuidados com animais peçonhentos.
(Créditos: Comunicação/CETRO)

Com coloração amarelada e hábitos noturnos, esse aracnídeo costuma se esconder em locais escuros e úmidos e sua alimentação é baseada principalmente em insetos – o que reforça a importância da limpeza de ambientes.

A picada, na maioria dos casos, provoca dor intensa, vermelhidão e inchaço. Em situações mais graves, podem surgir sintomas como náuseas, vômitos, sudorese e até dificuldades respiratórias.

Encontrei um escorpião e agora?

A palestra reforçou ainda a forma correta de agir ao encontrar um escorpião. Como explicado pelo Biólogo, a captura só deve ser feita se houver segurança e com o uso de proteção adequada, como luvas e objetos firmes.

Capturado, o animal pode ser solto novamente em um ambiente propício para sua alimentação e longe de áreas com circulação de pessoas, principalmente crianças e idosos. Se a captura não puder ser feita, a recomendação é entrar em contato com as autoridades ambientais do município. No caso de Bauru, a Polícia Ambiental.

Quanto à picada, a orientação é clara e direta: lavar o local com água e sabão e procurar imediatamente o serviço de saúde mais próximo.

Tentar sugar o veneno ou realizar qualquer tipo de intervenção caseira não é recomendado e pode agravar a situação. O atendimento médico rápido é essencial para garantir o tratamento adequado.

“Já tive uma experiência com escorpião em casa ao pisar em um no quintal. A dor foi muito intensa e eu fui para o pronto atendimento logo em seguida. Por isso, vejo o quanto esse tipo de informação é importante, já que muitos acidentes podem ser evitados com cuidados simples.” – Thallyson Honorato, Analista de Suporte Remoto da Cetro.

Medidas simples que fazem a diferença

A prevenção foi um dos pilares da palestra, que contou com orientações práticas de segurança e limpeza nos ambientes de trabalho e doméstico. Por exemplo, manter a limpeza de terrenos e evitar o acúmulo de lixo ou materiais de construção reduz significativamente o risco de aparecimento de animais peçonhentos.

Verificar calçados antes de usá-los e utilizar equipamentos de proteção quando necessário também são pequenos hábitos de cuidados diários. Outra medida importante é vedar ralos e caixas de gordura, já que escorpiões podem utilizar a rede de esgoto como acesso.

(Créditos: Comunicação/CETRO)

Informações que protegem e deixam o olhar mais atento

A palestra promovida pela CIPA mostrou que entender o comportamento dos animais peçonhentos e adotar medidas preventivas é essencial. Essa ação reforça o compromisso da Cetro com a segurança e o bem-estar dos colaboradores.

“Essa foi a primeira palestra organizada pela comissão deste ano. Pensamos em trazer uma temática importante tanto para a segurança dentro da empresa quanto para as casas dos colaboradores – e valeu a pena. A dinâmica da palestra prendeu a atenção da equipe, que, agora, sabe como reagir ao encontrar animais peçonhentos.” – Isabeli Bovério, Analista de Marketing da Cetro e Secretária da CIPA 2026.

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