O CLP é a sigla de Controlador Lógico Programável, que é um computador capaz de executar funções específicas através de programas criados. E se você não conhece o CLP, é importante saber que esse dispositivo faz parte da inteligência da automação, pois é responsável pelo controle do processo.

Um controlador lógico programável nada mais é do que um computador utilizado para automatizar um processo, função da máquina ou uma linha de produção.

Apesar disso, comparado com computadores comuns, o CLP possui menor capacidade de processamento de dados e armazenamento, sendo aplicado em situações específicas.

O que é CLP?

De acordo com a ABNT, Associação Brasileira de Normas Técnicas, um controlador lógico programável é um dispositivo digital similar aos computadores utilizados. A diferença está na estrutura física, com hardwares e softwares dedicados à automação das indústrias.

O CLP pode ter suas características modificadas conforme as necessidades da operação, seja com a implementação de cartões de memória ou adição de placas de saída de frequência, adaptando-o para melhor atender a sua produção.

Além disso, esse dispositivo pode ser integrado em sistemas complexos, comunicando-se através de canais seriais. Isso permite que sejam monitorados por computadores, operando em uma rede de comunicação com um protocolo comum.

Vamos colocar na prática!

Por exemplo, em uma linha de produção de potes, imagine uma Rotuladora que aplica o rótulo diretamente no recipiente de modo contínuo. Para o equipamento realizar o movimento, inserir o rótulo na posição exata, sem imperfeições, quando iniciar ou quando parar o funcionamento, é preciso um equipamento que armazene todas as informações. E é aí que entra a utilização do CLP.

A origem do CLP

O surgimento do CLP foi um marco na automação industrial.

Afinal, ao simplificar processos, se tornou responsável por flexibilizar a linha de produção, reduzindo tempo de produção, desperdícios de matéria prima e o custo da mão de obra, resultando em um aumento da produtividade.

Dessa forma, o CLP foi desenvolvido por uma empresa norte-americana para ser utilizado, a princípio, pela GM, mas propagado à outras indústrias posteriormente.

Assim, o primeiro Controlador Lógico Programável surge na década de 60, visando atender às necessidades de produção da multinacional General Motors, Chevrolet no Brasil, que buscava alterar sua linha produtiva com rapidez e menor custo.

Sem a utilização do CLP, a produção demandava a reformulação dos comandos das máquinas, gerando custos com mão-de-obra e gastos com matéria-prima.

A necessidade de produzir carros do mesmo modelo, mas de cores diferentes, sem interromper a produção, fez com que a GM buscasse por alternativas práticas para automatizar o processo, tornando-o mais ágil e fácil.

O CLP passou por diversas modificações e transformações ao longo dos anos, passando a ocupar, cada vez mais, espaço dentro de máquinas e equipamentos industriais, ao mesmo tempo, a automação se tornava requisito essencial para as produções inteligentes, tendo maior aplicação no contexto da Indústria 4.0.

Leia mais: Você sabe o que é Indústria 4.0?


Envasadora Automática em Linha

Como o CLP funciona?

O CLP é composto por 3 partes: entradassaídas e dispositivo de programação. Parece complicado, mas entendendo como cada parte funciona, é fácil entender a operação do dispositivo.

ENTRADAS

As entradas são responsáveis por receberem os sinais do equipamento, sejam analógicas ou digitais. Veja as diferenças:

ANALÓGICAS: Responsáveis por receberem as referências analógicas do equipamento, por exemplo, variação de temperatura ou pressão.

DIGITAIS: Receberem sinais de forma binária. Cada entrada entende apenas dois estados, ou seja, o sinal recebido é sempre 0 ou 1.

SAÍDAS

As saídas são responsáveis por receberem as ordens transmitidas pelo CPU. E as informações são resultantes do processamento dos sinais recebidos. Assim, os cartões de saída acionam as cargas de acordo conforme determinado no CLP.

Mas, como as entradas, as saídas podem ser analógicas ou digitais.

ANALÓGICAS: Transmitem sinais ao controle. Por exemplo, para controlar a velocidade do motor, disponibiliza o sinal para enviar uma instrução ao inversor de frequência.

DIGITAIS: Possuem dois tipos: relé ou transistor. Eles trabalham de maneira binária com dois estados: ligado ou desligado. Dessa forma, o comando é realizado a partir dos estados 0 ou 1, acionando ou desligando.

DISPOSITIVO DE PROGRAMAÇÃO

O dispositivo de programação é responsável por receber a informação e determinar a ação a ser cumprida. Logo, sua função é ler os valores lógicos repassados pelas entradas. Depois executa as instruções do programa, transferindo as ordens para as saídas.

Assim como um computador comum, conta com duas partes fundamentais: processador e memória. O processador executa a ação programada, gerencia a comunicação e execução dos programas.

Mas, para funcionar, o CLP necessita de um sistema operacional com um software. Dessa forma, os programas são inseridos na memória do processador no dispositivo de programação.

Empacotadora de Grãos e Pó

Para que serve o CLP?

Para gerenciar uma produção de forma autônoma, é preciso um equipamento capaz de controlar o processo, recebendo sinais, processando-os e enviando comandos para os operadores. Ou seja, para que o sistema funcione, é necessário um dispositivo que tenha informações para tomar decisões de forma inteligente.

O responsável por tomar decisões deve ser um equipamento que seja programável.

Na rotina industrial, o CLP é muito utilizado, afinal, para tomar decisões, o equipamento deve ser programável. E os processos que utilizam o CLP são: controles de nível, de vazão, automação de esteira e vários outros.

Além disso, o CLP opera através de um processo contínuo chamado de “Ciclo de Varredura”. Assim, em cada ciclo, o dispositivo realiza atividades como: leitura das entradas, execução das instruções do programa e atualizações das saídas.

Encapsuladora Semi-automática

CLP ou PLC: qual a diferença?

Se você já se deparou com os termos CLP e PLC, pode ter pensado que se tratam de dois equipamentos distintos.

Entretanto, ambas as siglas se referem ao mesmo dispositivo, a diferença está em que o PLC (Programmable Logic Controller) corresponde ao termo em inglês, já o CLP se refere ao equipamento em português.

Rotuladora Automática de Frascos Cilíndricos – CALM T

Vantagens do CLP

A utilização do CLP é um item indispensável dentro das indústrias. E no contexto da Indústria 4.0, um dispositivo simples não atende à todas as necessidades da produção, por isso, optar pelo CLP traz muitas vantagens:

  • Possibilidade de personalização ao interligar sistemas;
  • Redução nos desperdícios de matéria prima e energia;
  • Menor tempo de resposta das máquinas;
  • Controle e qualidade da produção;
  • Facilidade da programação: as linguagens utilizadas são de fácil aprendizagem, facilitando a construção da lógica;
  • Manutenção simples;
  • Exatidão na execução das tarefas;
  • Maior eficiência e competitividade industrial.

A utilização de um equipamento com CLP faz necessário apenas um computador para manipulação do programa, simplificando a alteração dos processos, reduzindo tempo e mão-de-obra.

Enquanto empresas trabalham somente com equipamentos tecnológicos, outros negócios necessitam de soluções específicas com CLP, como as envasadorasempacotadorasrotuladoras e até encapsuladoras. Por isso, para que a produtividade seja a melhor possível os equipamentos devem acompanhar a eficiência da empresa.

E se você quer empreender com os equipamentos corretos e contar com uma assistência completa para qualquer lugar do país, saiba que a Cetro oferece soluções completas para automatizar sua produção de maneira prática e rápida.

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O amendoim é um dos grãos mais consumidos do mundo, em 2019 sua produção tem a expectativa de passar das 500 mil toneladas no Brasil, que é o 13º maior produtor do mundo. Ele já é um queridinho dos brasileiros e além disso, hoje em dia, todo o amendoim que é plantado no país, é consumido.

A produção de amendoim e derivados ganhou e vem ganhando muito espaço nos últimos 10 anos e é esperado que para os próximos 10 a produção total aumente mais 13%. Hoje, só o estado de São Paulo produz 90% da produção total nacional e a cidade de Jaboticabal é a Capital Nacional do grão, em 2018 por exemplo, a cidade produziu 25% das 433 mil toneladas produzidas em todo o estado.

O Crescimento Dos Derivados

Assim como a produção do amendoim em si, seus derivados tiveram um crescimento exponencial, para garantir produtividade, estoque e poder de venda e barganha no mercado, os produtores necessitam ter diferenciais. Além da qualidade do produto, muitas vezes, esses diferenciais podem vir da qualidade de embalo, padronização e quantidade de produto em estoque. Por isso, a automação dos processos produtivos de empresas de pequeno, médio e grande porte, é de extrema importância.

Além disso, a disputa de mercado faz com que cada detalhe faça a diferença, como local de exposição, qualidade do processo de embalo, design de marca e padronização, e é aí que entra a ajuda das máquinas.

Por exemplo, para uma produção de pasta de amendoim é necessário ter uma linha de produção que contenha no mínimo: um moinho, uma envasadora de pastosos que pode ser semiautomática ou em linha, uma seladora de indução, responsável por lacrar as embalagens e uma rotuladora que insere marca e arte nas embalagens.
Já uma produção de paçoca, requer outros tipos de máquinas, como as embaladoras do tipo Flow Pack. Esta máquina tem a capacidade de tornar os processos muito mais simples e em altíssima produtividade, visto que um número muito elevado de embalagens são produzidas por dia de trabalho. Do mesmo modo, são produzidos o Pé de moleque e o de moça.

Em síntese, o amendoim e seus derivados vem sendo consumidos cada vez mais pelos brasileiros.

Padrão para o Mercado

Para colocar nas prateleiras de vendas e mercados o grão em si, salgado, doce ou in natura, alguns métodos de embalo podem ser adotados. Com uma dosadora, uma produção tem garantia de padronização, além da segurança de ter pouquíssima perda de produtos. Da mesma forma, para uma produção que necessita de processos facilitados e embalagens timbradas, uma empacotadora é fundamental, ainda tendo sua produtividade aumentada significativamente.

No caso de produtos in natura, o processo de embalo a vácuo é um dos meios mais utilizados, pois além de garantir que os grãos mantenham suas características naturais resguardadas por muito mais tempo, a embalagem ganha em aspectos estéticos.

Confira a seguir as máquinas atendem a produção de amendoim e quais os derivados que podem ser feitos por elas:

Moinho

Ideal para muitas produtividades de pasta de amendoim, temperadas, doces ou integrais.

Envasadoras de pastosos

Ideais para produções de pasta de amendoim, as envasadoras podem ser de diferentes tipos e para diferentes produtividades.

Empacotadora

Empacotadoras de grãos e pós são ideias para automatizar produções de amendoins doces, temperados ou in natura. Essas maquinas tem a capacidade de fazer todo o processo de embalo sozinha, e ainda tem opcionais de datador e de leitor de fotocélula, que fazem o processo em embalagens já timbradas.

Seladoras contínuas

Ideias para pequenas e médias produções dos grãos temperados ou in natura. Principalmente quando solapas são usadas para inserção de marca, e data de validade e lote.

Seladoras de indução

Responsáveis por lacrar embalagens como as de potes de pasta de amendoim, com diferentes tipos de produtividade.

Flow Packs

Ideias para produções em larga escala de derivados do amendoim como: paçoca, pé de moleque e de moça.

Seladoras a vácuo

Ideais ara produções que necessitem dar maior vida útil aos produtos embalados. E também para embalagens de produtos premium que necessitem garantir maior qualidade nos processos.

Rotuladora

Servindo para inúmeras demandas, as rotuladora são ideias para a padronização, inclusão de marca e branding. Além disso, este equipamento facilita a impressão de informações nutricionais e de data.

Dosadoras

Máquinas dosadoras garantem que a produtividade de uma linha de produção não diminua, além de garantir padronização para as embalagens.

Datadores

Com modelos automáticos e manuais e com versões para potes e tampas. Eles são de extrema necessidade para a produção de alimentícios, pois informações como data de validade e lote são obrigatórias.

https://youtu.be/Z11PVkfTDZAOs tipos de embalagens para ração animal podem influenciar na qualidade do produto. 

A população de animais domésticos vem ganhando um espaço cada vez maior nas casas dos brasileiros. 

E com isso, o aumento do consumo de produtos voltados para os pets ganha mais destaque.

Portanto, assim como acontece com os alimentos destinados aos humanos, a ração dos pets também deve ser embalada com o material correto para conservar os nutrientes e não comprometer a qualidade e a segurança alimentar.

Importância das embalagens para o consumo

Mais do que um simples invólucro, a importância da embalagem é perceber que ela desempenha um papel de destaque na proteção e conservação dos alimentos. 

Afinal, os protege contra adversidades que podem reduzir a sua vida útil.

Dessa forma, é fundamental que a embalagem proteja a integridade do produto, garantindo que as suas características sejam mantidas até o momento do consumo.

Por isso, as embalagens são desenvolvidas para manter a integridade dos alimentos.

Além disso, a embalagem é uma ótima forma de valorizar o produto e se diferenciar da concorrência, assumindo um papel de peso na hora de compra dos alimentos para os animais.

Leia mais: A embalagem faz a diferença na hora da compra?

Propriedades das embalagens de alimentação animal

Uma embalagem deve atender alguns requisitos para cumprir sua função principal de proteger o produto.

A lógica é semelhante às embalagens para alimentos humanos e suas propriedades variam de acordo com o tipo de produto.

Além de preservar o alimento, a embalagem possibilita auxiliar ou manter os processos de conservação e atuar sobre a venda do produto. 

Ou seja, a embalagem também deve ser atrativa tanto para o animal, em termos de sabor, quanto para o dono, como meio de comunicação.

Como embalar ração animal?

As embalagens de alimentos pet podem ter diferentes tamanhos, características e formas, com indicação variável à característica do produto. Por exemplo, alimentos úmidos e secos devem ser embalados de forma diferente.

Logo, a função da embalagem é proteger o produto no transporte e armazenamento.

Portanto, devem ser resistentes ao excesso de luz e umidade para prolongar a vida útil do alimento e conservar os nutrientes, sabores e aromas.

Confira agora as características que as embalagens de ração pet devem conter para garantir a qualidade.

Leia mais: Como lucrar no mercado Pet?

Características das embalagens de alimento pet 

A barreira à passagem de gordura depende do polímero e da espessura do filme utilizado na produção da embalagem. A importância é fundamental, uma vez que a gordura pode se juntar à poeira, comprometendo a fixação de tintas e adesivos da embalagem, afetando a imagem do produto e as vendas.

É preciso que a embalagem conte com uma barreira à umidade. Afinal, o crescimento de microrganismos, alterações na cor e sabor e perdas nutricionais são efeitos indesejáveis em alguns alimentos. 

Assim, a barreira à umidade ajuda a manter a crocância, a maciez e evita a proliferação de ácaros. Na fabricação de embalagens plásticas, o polietileno é a matéria-prima que oferece a maior barreira.

Além disso, o oxigênio é um dos principais agentes contaminantes em alimentos. Como os animais têm olfato apurado, qualquer alteração no aroma pode acarretar em rejeição ao produto. Por isso, é importante que a embalagem tenha uma barreira a gases.

Por fim, bloquear a entrada de luz também é importante para a conservação das propriedades nutritivas, como vitaminas e proteínas. 

Especialmente no caso dos alimentos úmidos e semiúmidos, como bifinhos e refeições prontas. As embalagens de alumínio ou com metalização técnica, por exemplo, funcionam bem nesse quesito.

Leia mais: A importância da embalagem no momento da compra

Influência na compra

Já considerou ter embalagens com vazamentos, frágeis ou adulteradas por não contar com um processo de embalo ideal?

Isso pode refletir negativamente no seu negócio com perdas prejudiciais. Portanto, usar máquinas de qualidade, com referência no mercado e capacidade de produção é fundamental.

Segundo pesquisa da Two Sides, as embalagens são importantes para todos os setores, afinal, direcionam a indústria a aperfeiçoar os materiais utilizados na fabricação desses produtos.

As características das embalagens que influenciam as compras, segundo a pesquisa, são:

  • 64% capacidade de proteger o produto;
  • 52% informações que elas trazem;
  • 47% facilidade de abertura ou fechamento.

Além disso, alguns atributos são transmitidos pela embalagem como: praticidade, facilidade de uso e segurança.

E, pensando nisso, as seladoras e empacotadoras tornam-se essenciais para o processo.

Benefícios das embalagens 

Uma boa embalagem deve ser pensada para atender várias funções da logística: armazenamento, manuseio e também o transporte. A partir da interação, é possível reduzir custos, aumentando do nível do serviço prestado.

Confira alguns benefícios de uma boa embalagem no momento da compra:

Destaque

Imagine uma situação: sua marca lançou um produto e alguns concorrentes oferecem o mesmo item. Os consumidores já conhecem alguns deles, mas não sabem da sua alternativa.

Como fazer para atraí-los?

A resposta é simples: com uma embalagem diferenciada. Através de um design atraente, informações claras e elementos, especialmente quando há muitas opções parecidas, a marca acaba se destacando.

Além disso, a embalagem certa pode aumentar o apelo, como consequência, a preferência dos clientes é conquistada facilmente.

Estoque

Em alguns casos, é na movimentação dos estoques e troca de modal de transporte que as embalagens mais sofrem impactos. E isso pode causar danos aos produtos.

Além disso, é possível ter perdas e prejuízos para a empresa. Afinal, os produtos adquiridos pelo consumidor podem chegar comprometidos à sua mesa.

Mas o ideal é investir em embalagens com bons materiais e desenvolvidas para garantir a proteção no processo de logística. Isso pode proporcionar melhorias na utilização do espaço de estoque e transporte.

Os tipos de embalagens para ração animal

Além disso, no mercado temos três tipos de alimentos para nutrição animal: úmidos, semiúmidos e secos. 

Portanto, para preservar as características da ração, a embalagem deve conter propriedades específicas, que atendam às exigências legais e de mercado, garantindo um produto de qualidade.

Confira:

  • Alimentos secos: as rações e os petiscos podem ser embalados em vidro, plástico com ou sem alumínio. E uma das melhores opções são as embalagens de nylon;
  • Alimentos semiúmidos e úmidos: as embalagens mais indicadas são as latas e os sachês embalados à vácuo para conservar a umidade do produto.

Saber qual a importância da embalagem, especialmente no setor alimentício, é essencial para o sucesso. Após reconhecer sua relevância, fica claro por que é tão necessário investir nessa área e contar com bons parceiros de negócio.

Por isso, para que sua produtividade seja a melhor possível, os equipamentos devem acompanhar a eficiência da empresa.

Esse é o pensamento da Cetro. Oferecemos as melhores soluções para embalagens com qualidade para que sua empresa cresça cada vez mais.

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