A gama de datadores da Cetro está disponível para todo tipo de mercado; entenda a diferença entre os modelos Inkjet Handjet 7 e Inkjet Line 1

Os datadores têm como função imprimir em embalagens, de diversos segmentos, informações muitas vezes obrigatórias. Esses dados contribuem para o conhecimento do consumidor em relação a textos, validade, lote, códigos qr, logotipos, número de série, entre outros.

Seja qual for o setor, o uso de datadores terá utilidade como qualquer outra máquina. Sua importância é constituída na assertividade da informação que deve ser tão precisa quanto a qualidade do produto.

A Cetro oferece uma grande quantidade de datadores automáticos, semiautomáticos, em linha e em bancadas, assim como todas as peças de reposição e manutenção. A princípio, a empresa certifica um suporte que se preocupa com a experiência do cliente.

Para exemplificar as máquinas que a Cetro oferece, hoje iremos debater sobre duas das quais a procura segue em constante crescimento, trata-se do Datador Inkjet Handjet 7 e do Datador Inkjet Line 1. Dois equipamentos que entregam qualidade e assertividade na função, apesar das suas particularidades.

Primos de Diferentes Formatos

A praticidade em datar ou imprimir qualquer informação em caixas, embalagens, madeiras, papéis, placas, entre outros está, literalmente, na palma da mão. Equipamentos como o Inkjet Handjet 7 ajuda à mobilidade dos processos tornando-os mais dinâmicos e menos complicados.

Datadores
Datador Inkjet Handjet 7 (Reprodução/Créditos: Comunicação | Cetro Máquinas)

O desempenho é fruto do trabalho do operador, mas a garantia de êxito é tanta que o Handjet 7 pode alcançar altos níveis de trabalho sem necessidade de manutenções contínuas. Uma “mão na roda” para quem deseja oferecer mais profissionalismo a sua produção.

O Line 1, por sua vez, entrega a mesma assertividade e qualidade, com o diferencial de ser exclusivamente ideal para produções em linha. Ele pode ser adaptado a situações em que a operação está completamente automatizada, sem a necessidade de um operador para configurações e gatilhos de impressão.

Outra característica do Line 1 é a possibilidade de atuar ao final de todos os processos. Isso promove o toque informativo de tudo que envolve a necessidade de comunicação com o consumidor através dos dados obrigatórios.

Podemos dizer que os dois datadores são primos, talvez mesmo irmãos Eles agem com a mesma performance e empenho, de mesmo modo que oferecem capacidade extrema na impressão em diversos materiais.

Construção e Adaptação

DATADORES
Datador Inkjet Line 1 (Reprodução/Créditos: Comunicação | Cetro Máquinas)

Apesar do desempenho idêntico e sistemas inteligentes, cada datador é confeccionado de maneira diferente. O Handjet 7 é totalmente construído em Acrilonitrila Butadieno Estireno/Policarbonato ou popularmente conhecido como ABS/PC.

Esse composto é um plástico de engenharia que combina diversos atributos, como alto impacto, alta rigidez, bem como resistência a temperatura, entre outras. O datador Line 1 tem confecção em liga de alumínio que, por sua vez, está diretamente ligada a resistência à oxidação progressiva.

O modelo de mão tem como ideia a praticidade do operador em fixar os dados nas embalagens manualmente, sendo necessário a configuração adequada em relação ao tipo de produto.

Dessa forma, o Handjet adapta-se a qualquer linha de produção sem interferência nos processos e alternativa de uso em qualquer cenário. Com uso estático e, preferencialmente, em linha, o Line 1 não está adaptável a mobilidade, em contrapartida ganha em autonomia ao poder trabalhar sem necessidade de operador.

O modelo tem perfil robusto e simples, com desempenho excelente e ajustes determinantes feitos em segundos.

Tiro Certo

A especialidade do Handjet 7 é facilitar sua mão de obra. Assim, o “revólver” de impressão cria a sensação de poder prático em informar na tela touch screen múltiplas configurações, onde a operação ganha forma e contorno, literalmente.

Fonte, tamanho, largura, comprimento, rotação e intervalo são opções designadas na tela para alteração de acordo com a organização. Tanto o Handjet quanto o Line 1 têm assertividade robusta, afinal fica muito mais fácil a identificação dos dados quando possui 600 DPI de resolução de impressão e nitidez otimizada.

Aliás, os dois modelos estão caracterizados por trabalhar com temperaturas de 10ºC a 38ºC, ou seja, a resistência às temperaturas extremas é um padrão no qual os equipamentos estão dispostos a fornecer sem dor de cabeça.

Datadores Competentes

Comercialmente os dois modelos tem seus preferidos, mas inegavelmente ambos têm competência de trabalho profissional e sofisticação. Tanto o Handjet quanto o Line 1 estão equipados com linguagens em português, inglês, espanhol chinês, turco, coreano, italiano e russo.

As Impressões rápidas que atingem até 80 metros por minuto não deixam passar nenhum caractere a menos, além do fato de obter comprimento limitado de até 2000 caracteres por mensagem.

Cartucho de Tinta de Solvente disponível no site da Cetro Máquinas (Reprodução/Créditos: Comunicação | Cetro Máquinas)

Os dois modelos atendem materiais, como: placas, caixas, pedras, tubos, cabos, metais, plásticos, eletrônicos, aço, alumínio, borracha e qualquer superfície plana.

Ainda há o uso de cartuchos de tinta a base de água ou solvente, que possuem uso específicos em materiais diversificados.

Tinta a Base de Água: usado, geralmente, em materiais leves e mais maleáveis, cuja estrutura pode ser manipulada com facilidade, como papel, papelão, alguns tipos de plásticos, etc.

Tinta a Base de Solvente: muito utilizado em materiais com aspectos mais rígidos, onde a manipulação não confere, necessariamente, com maleabilidade. São estruturas firmes, como vidros, alumínio, borracha, aço, entre outros.

Sistema Operacional Linux

Um sistema operacional aberto para modificações conforme o cliente desejar, o Handjet 7 e o Line 1 vêm equipado com Linux. Este é um software livre e de código aberto que, caso deseje, pode ser alterado da maneira que quiser.

Hoje grande parte das empresas e indivíduos utilizam Linux para seus servidores pela segurança e flexibilidade, afinal são códigos modificados que o tornam um sistema único. Dessa maneira seu uso se torna excepcional.

Diferente da Microsoft, dona do sistema operacional Windows e da Apple, desenvolvedora do macOS, o Linux, por outro lado, é um sistema “da comunidade”, onde você pode criar códigos e reter os direitos autorias dos trechos modificados.

Processadores Quad-Core

Os processadores quad-core são, a princípio, versões mais potentes que o dual-core, com visível melhora ao utilizar vários programas ao mesmo tempo. Quad-core é um processador que trabalha com quatro núcleos ao mesmo tempo, executando várias funções.

(Reprodução/Créditos: Comunicação | Cetro Máquinas)

Os datadores Handjet Inkjet 7 e Line 1 disponibilizam um processador quad-core 1.4Ghz. Esse processador ajuda na agilidade das impressões, assim como inteligência do software integrado ao sistema.

Mais de 1000 mensagens podem ser armazenadas nos dois modelos com transferência de informações via USB. O processador quad-core age de forma rápida para integrar o uso das configurações selecionadas com o processo de impressão.

Os Melhores Datadores

Trabalhos semelhantes e potências acirradas com estruturas e formatos diferentes. Assim como todos os datadores disponíveis no site da Cetro ou em alguma das lojas pelo Brasil, o Inkjet Handjet 7 e o Line 1 estão constantemente nas pequenas, médias e grandes empresas e indústrias.

Provavelmente haverá um modelo que atenderá sua necessidade de forma assertiva, mas a garantia de qualidade da Cetro Máquinas determina, hoje, a excelência e comprometimento com o desempenho de qualquer equipamento.

Se você gosta de ficar informado sobre tudo o que há de importante no mundo das máquinas para produção em geral, então está no lugar certo. O Blog da Cetro concentra artigos sobre máquinas, tecnologia, inovação e automação.

Acesse o blog e atualize-se com artigos diários, além de conferir matérias sobre eventos e processos da maior empresa de máquinas para embalagem da américa latina.

Há mais de 150 anos que somos o principal produtor de café no mundo; novas safras devem ter aumento considerável

Um bom café possui características marcantes e acentuadas, com aromas que podem marcar uma manhã ou um final de tarde mais agradável. O brasileiro sabe bem como é isso, visto que o Brasil é o maior produtor e exportador destes grãos no mundo.

Apesar de não ser o maior consumidor, estando atrás de países como Finlândia, Dinamarca, Bélgica e Itália, o maior país da américa do sul produz cerca de 50 milhões de sacas por ano, tendo atingido o recorde de 63 milhões de sacas em 2020.

Apesar do atraso, mercado de café deve fechar com bons índices (Reprodução/Créditos: Itermezzo/Shutterstock)

As safras de café em qualquer região do mundo são muito influenciadas pelo clima. A princípio, normalmente as recomendações de cultivo de café indicam regiões onde a temperatura possa variar entre 18ºC e 22ºC.

Hoje cerca de 50% da produção do café nacional está situada em Minas Gerais. O café arábica é o maior plantio dentre os tipos de grãos colhidos no país. Este tipo é derivado da Etiópia, uma vez que é uma das primeiras espécies de café cultivadas no mundo

Mercado do Café Brasileiro

O Brasil curiosamente é o país que mais produz e exporta café no planeta Terra. Em resumo, cerca de 300 mil fazendas estão espalhadas pelo país com uma área total de, aproximadamente, 2,3 milhões de hectares de produção.

A grande concentração de cafeicultores aumenta as expectativas de bons negócios durante o período de colheita para 2022 e 2023. No ano de 2020 o Brasil atingiu com êxito a marca de 63 milhões de sacas de café, ou seja, uma alta de 28%.

Dificilmente este número irá se repetir no período de safras atuais, visto que segundo a Safras & Mercado, a estimativa de 61,1 milhões de sacas para 22/23 apontam até o momento 50,96 milhões de sacas colhidas até 02/08, ou seja 83%.

A colheita está em período de atraso se comparado ao mesmo período do ano passado quando o índice mostrava 84% da safra colhida. Além disso, o a colheita do café tipo conilon pode chegar a 94% do potencial de safra, um pouco abaixo da média deste período em 2021.

Contudo, o ano de 2022 e 2023 segue com potencial de aumento para exportação dos grãos brasileiros. Com média diária de 116.507 sacas, o Brasil chegou a uma receita de US$ 589,649 milhões com preço de médio de US$ 271,20 por saca.

Ainda em comparativo com 2021, dados da Secretaria de Comércio Exterior (Secex) o país obteve um aumento de 84,4% de receita média diária em julho com volume médio diário embarcado 7,6% maior, assim como o preço médio disparou à 71,4%.

Consumo do Café

Brasil é o 14º país que mais consome café. Finlândia lidera o ranking global (Reprodução/Créditos: Google Imagens | Getty Images)

O cafezinho, hoje, já soma boa parte da refeição dos brasileiros. O hábito de tomar um café após almoço, por exemplo, é praticamente cultural em muitas regiões do Brasil. Há quem precise para garantir mais ânimo, mais disposição ou mesmo para saborear o gosto e o aroma de uma boa xícara da bebida.

O café sempre foi a bebida mais consumida pelos brasileiros, atrás apenas da água. Porém, apesar de obter o posto de maior produtor e exportador de café, o Brasil está na 14ª colocação em consumo, mesmo assim são consumidos cerca de 5.5kg per capita por ano.

A lista de países que mais consomem café no mundo, hoje, fica assim:

  1. Finlândia – Média de 12kg por ano
  2. Noruega – Média de 10kg por ano
  3. Islândia – Média de 9kg por ano
  4. Dinamarca – Média de 8,7kg por ano
  5. Holanda – Média de 8,4kg por ano
  6. Suécia – Média de 8,2kg por ano
  7. Suíça – Média de 7,9kg por ano
  8. Bélgica – Média de 6,8kg por ano
  9. Luxemburgo – Média 6,5kg por ano
  10. Canadá – Média de 6,5kg por ano

O Brasil está a frente de países como Eslovênia, Alemanha, Grécia, França e Croácia. Em contrapartida, há uma grande disparidade de produção e exportação em relação a todos os países do mundo.

Mais Produtividade

A produção de café no Brasil não para e, ao que tudo indica, não irá desacelerar tão cedo, afinal são 300 anos de cultivo. O ideal para cafeicultores é ter sempre disponível as melhores tecnologias e equipamentos que ajudem a alcançar números recordes a cada safra.

Máquinas agrícolas, imagens de satélites, controle de pragas e doenças, até mesmo novas formas de baristas identificarem a qualidade dos cafés são algumas tendências do mundo que envolve a produção e comercialização dessa bebida.

A Cetro, nesse sentido, possui máquinas responsáveis por atender desde pequenos produtores até mesmo grandes comercializadores de café. Estes equipamentos possuem tecnologias únicas e designes sofisticados, de fato certificando excelente desempenho tanto para estoque quanto para venda direta.

Dosadora com Balança Eletrônica 50 – 500g

Um modelo de entrada que atende pequenos e médios produtores. A precisão de dosagem dessa dosadora surpreende na primeira linha de dosagem. Da mesma forma, sua tecnologia sofisticada aliado ao seu sistema inteligente de escoamento assegura ótimo desempenho de dosagem.

Configurações simples em painel digital facilitam a produtividade acelerada de trabalho, além de otimizar a padronização do seu café com a quantidade exata previamente estipulada.

Seladora a Vácuo DZ 300T

Padrão de qualidade com selagem a vácuo e formato “tijolinho” são as principais características da DZ 300T, cujo desempenho é ideal para armazenagem de café em grãos com finalidade de comercialização.

A selagem vertical com câmara espaçosa tem como finalidade a compactação dos produtos. Conta com inúmeros diferenciais, bem como a vantagem da dupla selagem, tornando a vedação muito mais firme e resistente.

Seladora Automática Contínua Horizontal SA 1000 W com Datador Inkjet Line 1

Uma máquina completa em linha que, por certo, alavancará qualquer comércio de café e grãos. A SA 1000W por si já confere eficácia de trabalho, com agilidade de produção e redução de mão de obra.

O modelo com datador Inkjet Line 1 intensifica o profissionalismo do seu produto final ao imprimir em alta resolução de 600 DPI informações obrigatórias na embalagem, como data, fabricação, validade, lote e etc.

Você pode controlar a temperatura de selagem de acordo com a embalagem e produzir até 19.200 saquinhos em até oito horas de trabalho.

Empacotadora de Balança

Ideal para empresas de pequeno, médio e grande porte, a Empacotadora de Balança é uma empacotadora inteligente e sofisticada sendo, sem dúvida, uma das mais produtivas do mercado. Estruturada em INOX, ela dispõe de painel digital com sistema CLP.

Dosagem, selagem e corte da embalagem em sequência. Essas características são os principais atributos que a fazem um equipamento versátil e perfeito para todo tipo de demanda.

Curiosidade: Café Finlandês

A população brasileira tem o hábito do “cafézinho” durante as manhãs e tardes, isto é inegável. Porém, não é à toa que o finlandês tem o título de maior consumidor de café do mundo.

Os trabalhadores da Finlândia possuem uma pausa “obrigatória” para tomar um café durante o expediente, tornando-se o único lugar do mundo cujo consumo da bebida no trabalho é adepto de lei.

E você? Ficou curioso em saber mais sobre o mundo da tecnologia, automação, indústrias e inovação? Então acesse nosso blog e fique por dentro de todos os conteúdos gerados diariamente. Dicas, cases, empreendedorismo e muitos mais você encontra aqui, no Blog da Cetro.

Ator e apresentador, Titto tem uma carreira sólida na TV; no mundo dos negócios o empresário ganha ainda mais espaço

Aos 35, Felipe Titto esbanja conhecimento e experiência no mundo dos negócios. O artista e milionário paulista está, hoje, entre as personalidades que mais geram lucros em empreendimentos próprios ou em sociedade.

Ele comanda negócios em diversas áreas sendo sócio de dez empresas, como a American Life, empresa de suplementos alimentares cujo sociedade está entre empresários como Leonardo Mello, CEO da Cetro Máquinas.

Início

Titto nasceu na periferia de São Paulo em 1986 e retrata como difícil sua própria infância. De família humilde, viu sua mãe perder o emprego de diarista, passando noites dormindo na garagem da sua vó.

Felipe Titto e Léo Mello são parceiros de negócios
Felipe Titto e Léo Mello (CEO da Cetro Máquinas) são parceiros de negócios e juntos fundaram a American Life (Crédios: Comunicação | Cetro Máquinas)

Sabendo da necessidade de um trabalho no momento, Felipe optou por deixar os estudos ainda na sétima série para se dedicar a serviços em busca de dinheiro. Após passar por alguns empregos, o rapaz decide estudar culinária em Los Angeles logo após conseguir uma bolsa de estudos para a cidade americana.

Trabalhando como garçom e cozinheiro, Titto atinge o patamar de chef de cozinha, o que dá a ele experiências que, hoje, o ajudam a trilhar com maestria seu caminho nos empreendimentos de ramo alimentício no qual está à frente.

O ator estudou teatro durante 4 anos na Academia Brasileira de Circo e durante sua passagem pela California estudou e se especializou em cinema pela Lee Strasberg Theatre and Film Institute.

Em 2004, aos 18 anos o artista ganhou a oportunidade de atuar na série protagonizada por Cláudia Rodrigues, A Diarista. Com efeito, reconhecimento surgiu ao interpretar Marley na 12ª temporada da novela Malhação. A partir deste momento, Felipe Titto pôde desfrutar de participações em produções de grande público.

Além de atuações em novelas e filmes de cinema, ele também apresentou programas e reality shows diversificando ainda mais sua característica ativa e criativa. Seu lado artístico, principalmente entre novelas e filmes, foi “deixado de lado” para que pudesse focar em outro segmento da sua vida, o empreendimento.

Felipe Titto e o Mundo dos Negócios

O empresário está sempre ativo em seus segmentos – que são muitos – e dedica sua atenção aos negócios, visto que quer ampliar sua fortuna em até US$ 50 milhões. Seu sonho parece estar bem encaminhado, com mais de 10 empresas no mercado trabalhando intensamente garantindo os bons investimentos do ator.

Seu primeiro empreendimento, a Be the Best, é um centro de convivência esportiva que promove atividades culturais e do bem-estar. Entre as atividades, destaca-se algumas como circo, calistenia, parkour, cross training, entre outros.

“Sou vidrado em atividade física. Não consigo ficar um só dia sem me exercitar. As pessoas sempre me perguntam quais são os exercícios que eu costumo fazer para manter a forma. Por conta disso, decidi criar o Be The Best, um espaço que reúne todas as modalidades que eu pratico. Recomendo para que outras pessoas, adeptas do mesmo estilo que eu, também possam se exercitar” comenta o empresário em entrevista para revista Caras em 2017.

Felipe Titto em ação para a campanha “DNA Cetro com Felipe Titto” em 2021 na matriz da Cetro Máquinas em Bauru. SP (Créditos: Comunicação | Cetro Máquinas)

Ao que se sabe, Felipe possui, além do centro esportivo, negócios como: restaurantes, salão de beleza, estúdio de tatuagem, oficina de moto, marca de comida fit e de roupas, bonés e acessórios.

Possui franquia da rede de fast food de açaí, OakBerry Acai Bowls, assim como sociedade em diversos segmentos, como a Fashion Med, empresa especialista em máscaras tecnológicas; Moove Nutrition, suplementação alimentar natural; Angel Inc., empresa de roupas, Carne Co, empresa voltada ao segmento de churrasco.

Também tem participação na General Burguer, uma rede de hamburgueria artesanal.

Instagram e Mais Negócios

A rede social do influenciador conta com cerca de 5,7 milhões de seguidores, onde dedica suas postagens ao seu life-style e mundo business. Em seu instagram ainda é possível identificar as empresas que tem atuações, como a Agência Tittanium especializada em agenciamento de talentos e marketing de influência.

A Cabana Home é mais um empreendimento de sucesso do ator. Localizado em Araçoiaba da Serra-SP e Urubici-SC, as cabanas ficam alocadas em meio a mata, afastado da cidade, onde o contato com a natureza é constante ao mesmo tempo que possa desfrutar de cabanas em “bolhas” ou chalés.

American Life

Um dos mais promissores empreendimentos de Felipe Titto, a American Life reúne o que há de melhor em qualidade de suplementos, bem como em polivitamínicos para a saúde e bem-estar. A empresa ganhou porte após visita de Felipe Titto à Bauru, interior de São Paulo, onde reuniu-se a Leonardo Mello, CEO e fundador da Cetro Máquinas.

Projeto está encaminhado e promete movimentar o mercado das indústrias de suplementos no Brasil (Crédito: Comunicação | Cetro Máquinas)

A sociedade também conta com mais três empresários: Thiago Marques, Jow Sendeski e Neto Scardovelli. A empresa de suplementos terá sede na cidade de Bauru e, a princípio, poderá agregar mais de 300 vagas de emprego.

A fábrica terá investimento de mais de sete milhões de reais e já está em fase de obras. Logo após visita a matriz da Cetro para gravação de uma campanha, Titto enxergou a capacidade da gigante das máquinas para embalagens em desenvolver o ousado projeto.

Com a venda de suplementos, nutracêuticos e polivitamínicos, Felipe Titto amplia ainda mais a sua gama de investimento no mercado e passa a atuar cada vez mais em diversos setores. A vontade de evoluir é constante, mas parece que o artista não pensa em parar.

Shark Tank Brasil

Como um bom artista, Titto continua com seus trabalhos televisivos. Recentemente passou a integrar o time do Shark Tank Brasil a partir da 6ª temporada do programa exibido pela Sony Channel. O reality busca novos talentos do mundo do empreendedorismo que almejam a participação em sociedade de um ou mais integrantes, a fim de alavancar seus negócios.

Titto é um dos mais procurados dentro do programa. A princípio, sua vasta experiência e tamanha gama de conhecimento em setores diversificados faz dele um ótimo sócio em qualquer ramo do mercado.

Tamanho conhecimento no mundo dos negócios fez de Felipe Titto um dos milionários brasileiros mais bem sucedidos. Porém, em meio a mansão, carros de luxo e viagens de jatinho, está sua completa dedicação e foco nos trabalhos e, consequentemente, nos resultados.

Assim como Leonardo Mello, Titto construiu sua história partindo do zero e hoje mostra ao mundo como alguém engajado e disposto aos sacrifícios diários pode vencer qualquer obstáculo.

Acompanhe o Blog da Cetro e fique por dentro sobre cases de sucesso como Felipe Titto e muito mais. Além disso, aqui você tem acesso a tudo que acontece no mundo das indústrias, tecnologia, automação e inovação. Entre e confira novos artigos todos os dias.

Os investimentos da empresa visam melhorias de forma geral; os colaboradores deve estar sempre atualizado da realidade do seu negócio.

Assim como os investimentos são recorrentes no mundo dos negócios, os resultados gerados com função estão diretamente ligados aos colaboradores que utilizam técnicas e padrões estabelecidos pela empresa a fim de gerar lucros constantes. 

Os colaboradores são um dos ativos mais importantes das empresas e são eles que, por objetivo, devem estar alinhados com os valores e a cultura da companhia. Deste modo, a capacitação dos funcionários auxilia a equipe a se desenvolver e melhorar sua atuação no mercado. 

Os colaboradores devem reunir conhecimentos e habilidades técnicas a fim de transformar suas atividades desenvolvidas em valor financeiro a empresa e, da mesma maneira, valor pessoal a ele próprio. 

Na Teoria

Uma empresa que dá resultado é uma empresa competente e essa competência é adquirida pelos colaboradores. Investir na capacitação profissional de um colaborador requer conhecimento de cargos e funções bem estabelecidas dentro da organização. 

Investimentos no Colaboradores
Créditos: Comunicação | Cétro Máquinas

Desta maneira, as ações tornam-se mais fáceis e as chances de sucesso aumentam conforme o tempo. A força de trabalho dos empregados refere-se às características desenvolvidas por meio de experiências corporativas, acadêmicas e complementares. 

Todas as empresas com potencial de crescimento constante podem ter como meta a qualificação de seus empregados. A intenção de investir pode transformar suas equipes em times altamente capacitados e com conhecimento suficiente para levar a empresa a uma posição de destaque em seu segmento. 

Os treinamentos são voltados tanto para novos colaboradores, quanto para os antigos, pois o propósito é atualizá-los e introduzir maneiras otimizadas de produzir. 

Se a ideia é permanecer com o colaborador durante muito tempo, o investimento da empresa deve estar relacionado à valorização do trabalho executado, assim a intenção de permanência se torna recíproca.

Por Que Investir em Colaboradores?

Geralmente quando uma empresa investe dinheiro com treinamentos, workshops e especializações, por exemplo, ela estará investindo em, ao menos, quatro áreas muito importantes cujo colaboradores estarão desenvolvendo suas características:

Produtividade:

Um funcionário mais produtivo atua melhor, de forma mais assertiva e com mais atenção nos processos. Como resultado, o produto final desenvolvido pelo colaborador ganhará mais qualidade em menos tempo de produção. 

Empresário do Varejo, Marquinhos Malaquias realizou palestra motivacional aos colaboradores da Matriz da Cetro em Bauru, SP (Créditos: Comunicação | Cetro Máquinas)

Ao participar de cursos, aulas ou reuniões capacitivas este colaborador tende a exercitar com mais profissionalismo sua função, podendo chegar direto ao ponto necessário para atingir resultados mais precisos e com mais qualidade. 

Competitividade:

Um bom treinamento torna-se uma ferramenta poderosa para tornar o colaborador mais competitivo, assim como a empresa também. Com informações mais “valiosas” em mãos, será a sua chance de montar processos que causem os melhores resultados para todos. 

Desta maneira, ter consigo o poder de motivar seus funcionários com técnicas e ações que visam o desenvolvimento competitivo é uma arma que muitas vezes não está disponível na concorrência. 

Independentemente dos segmentos, a competitividade cria estímulos para a inovação constante, onde ninguém quer ser “deixado para trás”. 

Engajamento:

Os treinamentos não servem apenas para transmissão de conceitos técnicos. É possível usar ferramentas de educação para disseminar conceitos importantes para a organização, como a cultura da empresa, assim como objetivos, visão, missão, valores e cultura. 

Aprender e desenvolver novas habilidades motivam o colaborador. Colocar novas informações em prática com o trabalho diário aumentam a vontade de fazer mais e melhor. O funcionário mais engajado procura resultados melhores para a si e para a própria empresa. 

Investimento no Colaboradores
Palestra sobre Metodologia 5S realizado na Matriz da Cetro Máquinas em Bauru, SP (Créditos: Comunicação | Cetro Máquinas)

O engajamento de acordo com os objetivos da empresa como um todo o faz vislumbrar o futuro, de maneira que o motiva alcançar novos patamares, novos cargos e elevar o nível hierárquico dentro da organização.

Inovação:

Em suma, dispor de pessoas bem treinadas na sua empresa significa ter por perto pessoas com o potencial de propor soluções novas sobre problemas antigos. Muitas empresas sofrem com a estagnação no mercado por não terem alguém que tenha ideias inovadoras. 

Inovar requer experiência e, mesclado os conhecimentos, destacam-se aqueles que conciliam técnicas e aprendizados inovadores. As tecnologias avançam e é preciso estar atualizado sobre as tendencias do mercado, assim possibilitará a corporação alcançar objetivos mais ousados. 

Valores Organizacionais

Investir não apenas no colaborador, mas sim na competência de desenvolvimento de sua função está direcionado ao valor organizacional da empresa. Isso porque os cumprimentos das funções devem levar em consideração o que a organização acredita, assim como os seus princípios éticos. 

Os valores organizacionais demonstram o tipo de valorização que a empresa considera e como ela pode desempenhar diante de seus colaboradores e, também, de seus consumidores. 

Um ponto determinante destes valores é o auxílio para diminuição de rotatividade dE colaboradores. Os princípios praticados pela empresa fazem dela um lugar bom para trabalhar, de forma que assegurem a permanecia dos empregados atuais. 

Valorização do Trabalho

Os colaboradores se sentem satisfeitos em relação ao ambiente de trabalho quando há valorização do serviço designado. A satisfação está replicada ao entender que a empresa pode oferecer desenvolvimento de conhecimentos e habilidades. 

A autoconfiança é um fator necessário para tomada de decisões diárias, assim o engajamento aumenta e o valor dado ao serviço, cresce. A autonomia dos colaboradores está ligada diretamente aos gestores. Logo, estes devem incentivar suas equipes, criando laços de confiança a fim de que assumam e decidam sobre suas responsabilidades. 

(Créditos: Comunicação | Cetro Máquinas)

Como resultado de uma valorização organizacional, planos de salários bem estruturados são maneiras seguras de configurar bons investimentos na força de trabalho. A promoção de um colaborador se torna mais vantajosa, visto que ele já está alinhado a cultura da empresa, assim podendo desenvolver com mais confiança e autonomia. 

O incentivo dos gestores visa o ganho de produtividade da equipe. Dessa maneira a prática de premiações e bonificações representam uma forma de valorização e investimento, visto que os aprimoramentos são guias para que os colaboradores atuem de forma assertiva e atinjam metas. 

Estas metas são, por sua vez, objetivos cujo a ideia é de que a equipe use suas técnicas e habilidades para alcançarem os números designados, diariamente, semanalmente ou mensalmente. Essa prática pode unir equipes e dispor de constantes resultados positivos. 

Invista nos Colaboradores

Não há dúvidas quanto ao fato de que treinamentos e investimentos constantes atraem boas perspectivas sobre o futuro da empresa, a final a capacitação gera crescimento tanto para os colaboradores, quanto para a empresa como um todo. 

No momento em que há uma verdadeira valorização ao funcionário, com benefícios, crescimento profissional, ferramentas de apoio e pilar hierárquico, eles tendem a se manter cada vez mais na empresa, desempenhando funções sempre com muita qualidade e dedicação.

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O país é um dos maiores exportadores de carnes do mundo; em geral ocupamos o 6º lugar em consumo de proteínas

O mercado de carnes brasileiro sempre esteve em boas mãos. O consumidor brasileiro possui bom desempenho em adquirir peças de carnes, afinal o país é um dos principais exportadores de carnes do mundo com aproximadamente 15 milhões de toneladas produzidas por ano.

Segundo o Sindicato do Comércio Varejista de Carne do Estado de São Paulo, o Brasil possui hoje cerca de 55 mil casas de carnes e é um grande consumidor do mercado de proteína bovina, suína e de aves.

Segundo algumas pesquisas que identificam o consumo médio de carnes ao redor do mundo, o brasileiro ocupa o 6º lugar no consumo de proteínas da carne. Além disso, atualmente, o maior país da américa do sul possui baixo custo em produção pelo fato de utilizar pastagem na alimentação dos rebanhos.

Exportação para o Mercado Chinês

A China recebe uma fatia generosa do mercado de proteínas brasileiras. Somente em 2021, 64% das importações de carnes bovinas e 62% das carnes suínas brasileira tiveram como destino a gigante asiática. Muito em virtude de sua grande população.

Brasil se mantem como 6º maior consumidor de carnes do mundo (Reprodução/Créditos: Comunicação | Cetro)

A exportação de carne bovina cresceu exponencialmente no primeiro trimestre de 2022. Somente em março houve 203.494 mil toneladas de carne exportada, gerando uma receita recorde de US$ 1,124 bilhão.

Nos três primeiros meses, das 545.751 toneladas de carne bovina exportadas, somente a China recebeu cerca de 275 mil toneladas, isto é, representando 50,45% do total. Os preços médios do produto também saltaram de US$ 4.415 para US$ 5.319.

Hoje não existe outro país no mundo que se equipare ao potencial da China em consumo de carne de proteína animal. Apesar de os Estados Unidos manterem um bom perfil de consumo, os americanos possuem capacidade produtiva estável, podendo abastecer sua necessidade interna com mais equilíbrio.

Apesar disso, a China parece estar abastecida, visto que EUA, Egito, Filipinas, Chile e Israel seguem como as opções com maior investimento em carne suína brasileira.

Suínos

A carne suína está ainda mais em alta com os chineses. 62% da fatia foi exportada ao mercado chinês em um total de 640 mil toneladas, assim o Brasil alcançou o número de 1 milhão de toneladas de carne suína em 2021.

Apesar da crescente com os chineses, as exportações totais foram menores em relação ao primeiro semestre do ano anterior. O índice de exportação deste período registrou queda de cerca de 9,3%, segundo a Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA).

A receita dos seis primeiros meses de 2022 atingiu US$1,115 bilhão, apesar de que neste espaço de tempo em 2021 essa marca alcançou US$1,349 bilhão, queda de 17,4% ocasionado pela redução do mercado chinês que segue abastecido.

Os países asiáticos que tem uma culinária local que justifica a alta demanda de carne suína seguem protagonizando os altos índices de exportações brasileiras. Em média, além da China – apesar de haver redução – com 37,2 mil toneladas, Filipinas (9,4 toneladas); Hong Kong (7,9 toneladas) e Vietnã (4,3 toneladas) estão entre as nações que mais aderem a proteína.

Frangos

O volume de carne de frango exportada em maio superou em 3,7% o total expedido em 2021. Com 429,6 toneladas, o setor alcançou receita de US$ 904,6 milhões, de acordo com a ABPA. Entre janeiro e maio o Brasil exportou cerca de 1,990 milhão de toneladas de carne de frango com receita de US$ 3,776 bilhões em vendas internacionais.

“O bom desempenho na receita dos embarques de maior ajuda a equilibrar os impactos gerados pelos preços elevados de todos os insumos que compõem a produção.” de acordo com o presidente da ABPA, Ricardo Fantin.

A China segue liderando, ainda, o mercado de exportações de proteínas brasileiras. Ainda que em queda, a país asiático importou 50,2 toneladas, seguido por Emirados Árabes Unidos (44,8 toneladas); Japão (33,1 toneladas); e União Europeia (26,3 toneladas).

O mercado de carnes brancas é menos dependente da China, de tal forma que as exportações brasileiras são pulverizadas para vários países. Sob o mesmo ponto de vista, a carne de frango brasileira tem como destino mais de 100 países.

Distribuição das Carnes

Independentemente do local onde é feita a desossa, essa etapa determina a qualidade visual, gustativa, nutritiva e sanitária da carne.

Geralmente o custo operacional é reduzido quando peças de carnes, principalmente sem osso, estão embaladas a vácuo, assim podem ser enviadas diretamente do frigorífico para ao consumidor. Esta prática está ligada a melhor apresentação da peça, logo tem sua ligação a melhor remuneração ao produto final.

Os cortes embalados a vácuo aumentam a perspectiva da higienização da carne. Peças embaladas em bandejas com adição de gases também são uma opção e podem ser feitas com seladoras com ATM e ficam mais atrativas aos consumidores devido a coloração vermelha-vivo, presente após a mioglobina entrar em contato com o oxigênio derivado da mistura de gases. Da mesma forma esse tipo de embalagem é muito utilizado em bandejas de carne moída.

Seladora á Vácuo DZ 500 com ATM da Cetro (Reprodução/Crédito: Comunicação | Cetro)

O critério visual é fundamental para a escolha do consumidor. Em todos os processos os Procedimentos Padrão de Higiene Pessoal (PPHO) devem ser aplicados, como higiene pessoal, higiene ambiental, higienização das máquinas, equipamentos e utensílios uma vez que esta etapa é onde ocorre grande parte das contaminações bacterianas por ações humanas.

Mercado de Carnes Veganas Cresce no País

O brasileiro tem se adequado cada vez ao estilo de vida vegano, de fato que o consumo de carnes a base de plantas tem virado rotina constante em quem não consume carne animal. Esta mudança nos hábitos dos brasileiros reflete diretamente no mercado de produtos.

Carnes
Carne Vegana a base de plantas tem sido alternativas ao consumo de carne de origem animal

Dados da CNN indicam que em 10 anos os negócios que utilizam o termo “vegano” cresceram mais de 500%. Somente até abril de 2022 cerca de 120 empresas com termos relacionados ao veganismo foram abertas. De fato, este mercado vem sendo alvo de grandes investimentos para o desenvolvimento do setor.

Alguns dados referentes ao The Good Food Institute mostram que cerca de US$ 5 bilhões foram investidos no segmento em 2021. Empresas que comercializam produtos à base de plantas investiram cerca de US$ 1,9 bilhão. Em seguida estão empresas de fermentação, com US$1,7 bilhão e carnes e frutos do mar cultivados, com cerca de 1,4 bilhão.

Mais Investimentos

Os empreendedores estão buscando alternativas para acompanhar a crescente demanda do mercado. Hoje o mercado adere inúmeros investidores, com efeito de que o segmento de alimentos sem ingredientes de origem animal parece estar em forte crescente em um futuro a curto prazo.

A grande variedade de empresas que acreditam no futuro do veganismo aumenta as expectativas dos consumidores que aderem ao consumo destes alimentos. É possível adquirir em mercados brasileiros, hoje, carnes vegetais com sabor, textura e cor de carnes, por exemplo.

Desse modo o consumidor estará ingerindo carne vegetal com proteínas derivadas da ervilha ou grão-de-bico, além do fato das gramas proteicas dessas “carnes” serem similares às presentes em um pedaço de carne de origem animal.

Mesmo com o crescimento da indústria vegana, o mercado de produtos de origem animal ainda domina o setor de alimentação mundial.

Açougues, Boutiques de Carnes e Frigoríficos

Apesar de todos os segmentos a seguir estarem diretamente ligados a manipulação de carnes, os segmentos são distribuídos de formas diferente no mercado.

  • Açougue:

São ambientes onde o trabalho braçal tende a garantir a manipulação e transporte de carnes. As peças refrigeradas ficam expostas ao consumidor, logo há o preparo, limpeza e corte de carnes para a comercialização. As proteínas ficam acondicionadas em embalagens plásticas individuais, manualmente ou com ajuda de máquinas para embalagem.

  • Boutique de Carnes:

Também conhecidas como “Casa de Carnes”, possuem ambientes de alto valor agregado, onde é possível adquirir carnes e cortes especiais. Tudo é planejado desde a escolha dos produtos até o atendimento.

Preparo de alimentos com Seladora a Vácuo e Sous Vide – Bison BBQ Steak Art (Crédito:Youtube | Cetro Máquinas)

É possível encontrar produtos diferenciados e cortes nobres, expostos em freezers ou em bandejas e embalados a vácuo. Por consequência da grande variedade, a equipe é composta por funcionários especialistas que possam esclarecer dúvidas de clientes a fim de selecionarem a melhor opção para a ocasião.

Diferente de alguns açougues, as boutiques geralmente prezam pela limpeza do ambiente, bem como não há vestígios de aventais sujos ou cheiro de carne. O estabelecimento tende a manter os produtos embalados e armazenados de maneira adequada em refrigeradores.

O layout das boutiques ou casas de carnes são diferenciados, modernos e requintados. É possível encontrar opções que vão desde carnes nobres à itens para churrasco, temperos importados, condimentos, mantimentos para cozinha etc.

  • Frigoríficos:

Os frigoríficos são necessários para a armazenagem e conservação dos produtos de origem animal, como carnes, peixes, ave etc. Os processos de higienização devem ser extremamente rigorosos em todas as etapas, desde o abate até o fim dos procedimentos de desossa.

Todos os pedaços dos animais são separados de acordo com a função de cada trabalhador. Ao final do trabalho as peças ficam em ambientes frios onde são manipuladas para distribuição nacional e internacional.

O fato de mantê-los em um clima refrigerado adequado proporciona grande vantagem econômica para os produtos, ficando disponíveis para comercialização durante muito tempo graças a refrigeração.

Potencial Elevado

Nos último 10 anos o Brasil se consolidou como líder mundial em exportações de carnes, no entanto ao passo que esta liderança continue trilhando é preciso mais trabalho. Os autores que compõe o setor, sem dúvidas, têm plenas condições de manter produções com excelência.

Fico interessado no gigante mercado de carnes e não sabe por onde começar? acesse cetro.com.br e adquira as melhores máquinas para embalar a vácuo peças de carnes de todos os tamanhos e origens.

Lá você encontra seladoras a vácuo que ajudarão manter suas peças de carne em ambientes livres de bactérias e fungos, além de proporcionar um visual mais sofisticado ao produto. Encontre também seladoras a vácuo com ATM e garanta todas as propriedades da proteína por muito mais tempo.

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Com o intuito de produzir armas mais resistentes, o aço inoxidável ganhou o mercado mundial

Em todo o mercado nos deparamos com itens que têm a necessidade de apresentar uma boa resistência. O aço inoxidável muda o ritmo de apresentação do produto, afinal a liga metálica é sinônimo de resistência e qualidade.

Enquanto os aços comuns geralmente encontrados no mercado detém pouca resistência em relação ao tempo e sofrem pelo processo de ferrugem, o aço inox dispõe de muito mais tenacidade à corrosão.

Origem do Aço Inoxidável

A nobre liga metálica foi desenvolvida pelo pesquisador Harry Brearley em 1912 na cidade de Sheffield, Inglaterra. Neste ano, alguns fabricantes de armas almejavam que seus equipamentos sofressem menos desgaste nos canos devido ao calor.

As armas quando disparadas liberavam gases, onde o calor junto a explosão da pólvora danificava o interior dos armamentos ao longo do tempo. Dessa forma, Harry que trabalhava em uma indústria de aço, passou a realizar experimentos visando uma liga metálica forte e duradoura.

Seladora Automática Contínua com Datador SA 1012 confeccionada em Aço Inoxidável
Satadora Automática Continua com Datador SA 1012 construída em Aço Inoxidável (Créditos: Comunicação | Cetro Máquinas)

Após experimentos e testes buscando algo com resistência e menos desgaste, Harry descobriu uma composição onde a nova liga não sofria corrosão por oxigênio, logo não enferrujava. Dessa forma, o inglês norteou suas pesquisas não em uma liga mais resistente ao desgaste, mas em uma mais resistente a corrosão.

O aço Inox, quando descoberto, foi aplicado na fabricação de talheres em virtude de que estes itens eram corroídos em muito pouco tempo por conta dos ácidos dos alimentos, visto que, até então, eram produzidos a partir de aço carbono.

A competência do Inox se dá pela composição de cromo. Cerca de 11% de desse elemento, quando em contato com oxigênio, forma uma película que protege a superfície do aço, tornando-o impermeável, assim como preserva a estrutura interna do metal da corrosão.

Tipos de Inox

Existem no mercado alguns tipos de aço inox, onde estes diferenciam-se por níveis de graduação do metal. As três principais famílias de aço inoxidáveis são: Austeníticos, Ferríticos e Martensíticos.

  • Austeníticos: Esta família é a mais conhecida e utilizada, com presença constante no mercado. O uso é muito aplicado em cozinhas industriais e segmentos do ramo da saúde, como: hospitais, clínicas e laboratórios.

Possui composição principalmente de 17% a 25% de cromo e 7% a 20% de níquel. Além disso, esta família de Inox é bastante resistente e possui ótimo grau de soldagem. Estão dentre os tipos de aço inoxidáveis austeníticos os tipos: 304, 304L, 316 e 316L.

  • Ferríticos: Possuem cerca de 11% a 20% de cromo, logo, por possuir mais ferro em sua composição, são mais propensos a oxidação. Os Ferríticos são indicados principalmente para uso em materiais que tenham variação de temperatura.

Desta família destacam-se os tipos de inox: 409, 430, 439 e 443.

  • Martensíticos: Possui pouca soldabilidade, porém com 12% a 18% de cromo e até 2% de carbono, dispõe de alta resistência mecânica e ao desgaste natural, além de ser magnético.

Os tipos de aço inox desta família são 420 e 410.

Outros Elementos

Para melhorar ainda mais a resistência à corrosão é adicionado níquel, onde com cerca de 8% do componente pode fornecer uma estrutura totalmente austenítica, além de aumentar ainda mais a resistência ao desgaste natural.

O silício também melhora a força e a resistência à corrosão localizada, como corrosão por pite, em fendas e intergranular.  O manganês por sua vez melhora a tenacidade e o endurecimento do aço inoxidável, o que ajuda o metal quando trabalhado em processos com altas temperaturas.

Muitas outras substâncias podem dar ao conjunto do ferro, cromo, carbono e níquel características, como resistência, dureza, maleabilidade, durabilidade etc, por exemplo:

  • Nitrogênio
  • Titânio
  • Molibdênio
  • Boro
  • Nióbio
  • Cobalto
  • Fósforo

Alguns Detalhes

Empacotadora Pneumática em Aço Inoxidável 304
Empacotadora Pneumática em Inox 304 disponível no site da cetro.com.br (Créditos: Comunicação | Cetro Máquinas)

Por ser considerado um metal “macio”, o inox não é muito vantajoso quando lhe é atribuído a função de suportar grandes cargas. A capacidade de corrosão tende ter parte diretamente afetada, mesmo que seja um metal mais resistente com maior graduação.

O metal também é magnético, de tal forma que, dependendo da composição e tipos de graduações, a capacidade magnética afetada dificultará a detecção por imãs.

Apesar da sua principal característica ser a resistência a corrosão, o metal inox ainda pode sofrer com esse desgaste natural. Sua capacidade de resistir a corrosão pode ser identificada a partir da graduação do metal, como 304, 305 e 316 por exemplo.

O inox ficará protegido contra a corrosão, também, pelo fato de possuir um revestimento de óxido que o protege de fatores externos. Este revestimento é invisível e enquanto o metal estiver em um ambiente rico em oxigênio, continuará protegido mesmo se danificado.

É mais higiênico

O Aço Inox além de ser um metal com excelente resistência a corrosão e desgaste, é um material extremamente higiênico, capaz de facilitar a assepsia no dia a dia. Esta característica é fundamental em qualquer área onde utiliza-se o inox.

Seja em laboratórios, indústrias alimentícias, farmacêuticas, clínicas ou hospitais, o inox é capaz de evitar fatores que podem ser prejudiciais a saúde, como contaminação e proliferação de bactérias e fungos. O aço inoxidável tende a ter mais sucesso nestas áreas onde a higiene e a facilidade de limpeza são críticas.

Todos os equipamentos confeccionados com esta liga metálica devem estar de acordo com as normas de higienização internacionais, como a GMP (Good Manufacturing Practice).

Como visto, conseguimos obter a produção do aço inoxidável através de diversos elementos combinados. A qualidade, durabilidade e resistência da liga metálica confere na complexidade dos elementos químicos utilizados para a composição.

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O patamar de investimento alto volta lentamente; pesquisa da Confederação Nacional da Indústria (CNI) levantou dados sobre os investimentos das grandes indústrias de transformação no mercado. 

Nesta consulta, que contou com 380 empresas de grande porte, as grandes indústrias investiram em setores, como aquisição de máquinas ou equipamentos novos, manutenção, atualização, modernização ou aquisição de novas plantas, fábricas, armazém etc. 

Vale lembrar que a pesquisa relaciona a capacidade de investimento das indústrias de transformação, relacionando-as com as atividades de produção de elementos com direcionamento às empresas de diversos segmentos. 

O que é Indústria de Transformação? 

Entende-se como indústria de transformação o conglomerado de grandes indústrias que utilizam sistemas que transformam um elemento em outro. Desta maneira, matérias primas são transformadas em bens com uso em seu estado final ou como base para obtenção de outros produtos. 

Estes elementos são insumos produzidos em setores de produção, como atividades agrícolas, mineração, pesca, florestais, maquinários e tudo que pode ser utilizado para agregar a outras atividades industriais.

Grandes Industrias
Indústria de Transformação converte matéria-prima em insumos e materiais (Reprodução/Google Imagens | Créditos: ShutterStock)

A transformação de insumos e materiais são efetuadas a partir de atividades de transformação químicas, físicas e biológica de materiais, substâncias e componentes. 

Algumas indústrias de transformação cujo papel principal para o funcionamento contínuo é a obtenção de recursos são as indústrias de máquinas e ferramentas, utilizando aço e ferro para produções; bens de consumo como automóveis e roupas; agroindústria com manipulação de cana para adquirir açúcar, entre outras. 

A celulose, matéria-prima da indústria de papel, é um exemplo de recurso no qual a base pode ser tanto para a indústria que fabrica o papel em si, como para execução de fabricação de cadernos e livros, por exemplo. 

Atividades industriais manufatureiras, como bebidas, fumo, têxtil, metalurgia, informática, alimentos, eletrônicos, calçados etc., sempre estarão envolvidas com a indústria de transformação. Não é uma regra, mas é pouco provável que estas atividades não compactuem com os elementos e derivados. 

Destas grandes empresas, cerca de 79% realizaram um ou mais tipos de investimentos em 2021, atingindo a maior marca desde 2014 quando a percentual alcançou 81%. Os investimentos planejados também tiveram alta atingindo 62%. 

Planejamento das Grandes Indústrias

Entende-se como planejamento de investimento a meta do empresário em concluir suas investidas no mercado afim de renovar com afinco sua capacidade de produção ou aderir novos equipamentos, tecnologias e atributos para melhoria da empresa. 

O planejamento de investimento é visto com otimismo, visto que esta etapa em 2020 teve 48%, ou seja, menos da metade do planejamento não concluído. A pandemia de covid-19 pode ter contribuído para que este percentual tenha caído abruptamente neste período. 

Atribuído ao planejamento das indústrias em 2021, as frustrações dos planos acontecem por motivos variados. O aumento dos custos de insumos esteve no topo da lista das razões para o insucesso nos investimentos, onde 36% dos empresários admitem o problema. 

Talvez este seja o principal motivo do qual as empresas recorreram a recursos próprios para investimentos ao longo do ano.

Grandes Indústrias
Planejamento em 2021 atingiu 62%. Em 2016 esta marca já chegou a 40% (Reprodução: Arquivo Cetro Máquinas | Créditos: Comunicação)

Os cinco principais motivos de frustações pela falta de investimento no ano anterior, são: Aumento do Custo de Insumos (31%), Incertezas do Contexto Econômico (23%), Queda de Receita (12%), Expectativa de Baixa de Demandas (11%) e Incertezas do Contexto Político (5%). 

Setores Mais Visados

A melhoria de seções essenciais dentro das indústrias, como novas máquinas, tecnologias, manutenção etc., também atingiu boas proporções em 2021. Ao todo, 75% informaram à pesquisa do CNI que adquiriram novas máquinas e equipamentos para produções. 

Apesar de boas atualizações no mercado, a capacitação pessoal aparece em 4º lugar com 34% de investimento por parte dos empresários, veja: 

  • Aquisição de Máquinas ou Novos Equipamentos – (75%) 
  • Manutenção Atualização de Máquinas ou Equipamentos – (68%) 
  • Construção/Manutenção/Modernização ou Aquisição de Instalação (Planta, Fábrica, Armazém, Depósito etc.) – (67%) 
  • Capacitação Pessoal – (34%) 
  • Pesquisa e Desenvolvimento – (30%) 
  • Melhoria de Gestão do Negócio – (24%) 
  • Compra de Máquinas ou Equipamentos Usados – (14%) 
  • Outros – (1%) 

As Incertezas de 2022

De ante de um cenário ainda em retomada, as incertezas das indústrias criam expectativas moderadas em empresários. O indicador de 0 a 100 pontos, assim como mostramos anteriormente em matéria sobre Índices de Produção Industrial, o índice de confiança dos empresários se mantém em 57,8 pontos em relação ao mês anterior (junho). 

Grandes Indústrias
Percentuais seguem instáveis, mas empresários seguem investindo visando um futuro mais promissor (Reprodução: Google Imagens | Créditos: Getty Images/iStockphoto)

As expectativas de melhora também continuam praticamente instáveis com uma leve variação de 0,1 ponto, no entanto hoje atinge 61, 1 ponto. Os dados levam em consideração o otimismo do empresário de modo que índices acima de 50 pontos são muito positivos. 

Porém, o percentual de intenção de investimentos das grandes indústrias regrediu de 79% para 75% em 2022. O processo de aumento da capacidade de produção deixou de ser prioridade e deu espaço para manutenção da capacidade produtiva neste ano.

Em 2021 a intenção de investimento com foco na manutenção do potencial produtivo era de 15%, hoje já está em 27%. Já o investimento para acrescer o potencial de produção reduziu de 33% para 25%. 

Planejamento em Queda e Aumento dos Insumos

O ano parece ser atípico. Afinal, após dois anos de isolamento e um cenário político conturbado internamente e internacionalmente, os investimentos planejados apresentam variações em comparação ao ano que antecede. 

As alterações são consideráveis de modo que podem condizer com o momento atual brasileiro. Ainda no topo, a aquisição de novas máquinas e equipamentos segue como principal objetivo de investimento planejado na indústria com 61%. 

A capacitação pessoal, principal processo para ganhos em organização, produtividade e aprimoramento da qualidade de trabalho segue na mesma posição, mas com queda de 34% para 27%: 

  • Aquisição de Máquinas ou Novos Equipamentos – (61%) 
  • Construção/Manutenção/Modernização ou Aquisição de Instalação (Planta, Fábrica, Armazém, Depósito etc.) – (58%) 
  • Manutenção Atualização de Máquinas ou Equipamentos – (51%) 
  • Capacitação Pessoal – (27%) 
  • Pesquisa e Desenvolvimento – (24%) 
  • Melhoria de Gestão do Negócio – (22%) 
  • Compra de Máquinas ou Equipamentos Usados – (13%) 

Os insumos continuam sendo a principal barreira para qual os empresários tendem a não investir com mais constância. Antes em 36% das respostas sobre frustrações nos investimentos, este mesmo incômodo hoje marcou 31%. 

Vale destacar que, dentre as decepções para estas incertezas de investimentos, o contexto econômico atual foi o que mais irritou os investidores alcançando a marca de 23%, sendo considerado o principal motivo de frustração para 2022. 

Apesar das dúvidas e problemáticas, a tendência é de melhora e, ao que tudo indica, a 10ª maior economia do mundo está voltando a uma crescente volátil, devido às limitações presentes e políticas um tanto quanto inconsistentes. 

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Apps de compra e venda ganham espaço e pela praticidade e confortabilidade do uso em smartphones; com o passar do tempo, o uso desses apps aumenta e se inicia uma nova era no comércio digital

apps
Redes Sociais estão criando ferramentas mais profissionais para vendas nos aplicativos (Reprodução/Google Imagens | Créditos: Getty Images)

Da mesma maneira que o empreendedorismo digital está cada vez mais extenso no mundo da vendas, os apps ganham forças, principalmente as redes sociais com opções de entreter e empreender ao mesmo tempo.

Caso tenha esquecido o presente de aniversário de alguém, precisa pedir um transporte alternativo para chegar mais cedo ao trabalho ou simplesmente esteja com fome, mas não queira sair para comer fora, não se preocupe, você pode concluir todas essas tarefas na palma da sua mão.

Os aplicativos ou “apps” se tornaram tendências tecnológicas e já fazem parte da estratégia de marketing e vendas de inúmeras empresas dos mais variados segmentos.

Assim como os próprios smartphones, os apps se tornaram cada vez mais essenciais para a vida das pessoas, tendo como características principais a facilidade e a agilidade em consumir produtos ou serviços em um tempo consideravelmente baixo.

O Brasil é um dos países que mais utilizam apps em todo o mundo junto com Estados Unidos, China e Índia. Esses dados demonstram como a influência dos aplicativos cativam constantemente os usuários, tornando mais eficaz a forma de aproximação das marcas com os clientes, afinal este canal gerencia a informação direta com o usuário.

As táticas para atrair e converter os clientes dentro desses Apps são designadas pelas marcas anunciantes, programas de fidelidade, por exemplo, são bastante eficazes oferecendo cupons de desconto ou até mesmo pontos para usuários regulares. Lembrando que tudo é feito de acordo com o modelo de negócio.

Instagram

Apps como Instagram são alternativas para vendas online
(Reprodução/Google Imagens | Créditos: NurPhoto/Getty Images)

Hoje existem diversos aplicativos de vendas que existem no mundo digital, mas o app mais funcional e responsivo capaz de unir o entretenimento a conversão e vendas de produtos e serviços é o Instagram.

Apenas no Brasil, mais de 120 milhões de pessoas utilizam a ferramenta de fotos e vídeos, sendo muitos usuários com o costume de realizar compras online e seguir empresas que comercializam seus produtos via plataforma.

Utilizar a rede social de forma estratégica é uma ótima oportunidade de fazer milhares de novos negócios, mas como ter um Instagram que vende?

Hoje, ele é a mídia social mais popular e a melhor em níveis de engajamento. Além de contar com recursos avançados de propaganda, existem mais 19 milhões de empresas brasileiras ativas. Por certo, a prospecção de cliente aumenta pelo fato da facilidade de comunicação entre a empresa e o cliente.

Essa confiabilidade em obter respostas rápidas e dinâmicas aumenta a confiança do consumidor com o seu negócio, ou seja, isso reflete a importância das empresas se posicionarem imediatamente nessa mídia social.

Posts patrocinados estão entre as ferramentas essenciais que determinam o tamanho do domínio que sua marca ou negócio está disposto a alcançar. Posts interativos, como fotos e vídeos em reels, storys, carrosséis animados, enquetes, entre outras opções são ótimos mecanismos para dar criatividade ao seu perfil.

Facebook

Apps como Facebook são alternativas para vendas online
(Reprodução/Google Imagens | Créditos: SOPA Images/LightRocket via Getty Images)

O Facebook continua sendo uma ótima rede social para alavancar seu negócio e fazer dele um marketplace completo. Com inúmeras alternativas de ferramentas dentro da própria rede social, o Face atende todos os segmentos sendo possível a criação de lojas online com funções de compra e venda.

Facebook Marketplace (Reprodução/Google Imagens | Créditos e Free License: Adobe Stcok)

É possível segmentar o público que deseja atingir, assim como promover seus produtos e serviços através de anúncios replicados às pessoas que demonstram interesse neles. Uma rede social versátil e abrangente, apesar da queda e perda de liderança para o Instagram como a rede social com mais usuários no Brasil.

Empresas que investem em Inbound Marketing estão sempre ativas na rede social da Meta, afinal o Facebook é uma excelente mídia de exploração de canais de todos os setores que possa imaginar.

Assim como seu parceiro Instagram, o Facebook é capaz de agendar posts, criar links direcionados, postagens fluidas, promoções, fotos, vídeos, além de pode conectar-se diretamente com o cliente.

O Marketplace do Facebook funciona de modo que o vendedor tem total responsabilidade pelo anúncio, logo as formas de pagamento sempre ficam a critério do anunciante. Lojas e empresas podem anunciar produtos e serviços com o intuito de promover lojas físicas e chamar novos clientes para conhecerem seus estabelecimentos.

WhatsApp Business

O Whatsapp continua sendo o app de comunicação e interação com mais acessos mundialmente. Porém, com o avanço do mercado digital, o aplicativo da Meta tem cada vez mais função comercial, dispondo funções como catálogo de vendas de produtos de forma facilitada e simples.

Apps como WhatsApp Business são alternativas para vendas online
(Reprodução/Google Imagens | Créditos e free license: Adobe Stock)

Este catálogo é logo visto no momento que um potencial cliente clicar na imagem que a empresa envia para divulgar suas mercadorias e trabalhos.

No WhatsApp Business é preciso construir uma dinâmica de identificação e confiança para que haja fidelização de clientes, afinal é muito fácil apenas “bombardear” contatos com mensagens e fotos sem uma estratégia, colocando em risco a integridade do seu negócio.

A versão do WhatsApp surgiu como inciativa para entrar no mercado empresarial sendo incialmente para pequenos vendedores, pensando em um meio de comunicação mais direto, fácil e dinâmico com seus clientes e público-alvo.

Um perfil comercial do WhatsApp consegue exibir informação como endereços, telefones, e-mails e sites relacionados a sua empresa. Do mesmo modo, estatísticas e análises relativas ao alcance e engajamento das mensagens estão disponíveis ao usuário.

Você pode ter se deparado com mensagens “robóticas” durante um contato com uma conta comercial no WhatsApp. As mensagens automáticas são mais um recurso onde, por meio de respostas rápidas, o cliente pode ser atendido com rapidez. Ainda evita a necessidade de elaborar novos textos a todo momento.

Apps Próprios

Apps Próprios

O envio de códigos promocionais e links de itens aos consumidores é uma estratégia constante de grandes marcas. Dessa maneira é possível que os consumidores não se sintam “esquecidos” e continuem navegando através do seu próprio app.

Muitos consumidores estão em busca de experiências únicas de compra, podendo ter em mãos todo o controle desde a compra até a chegada do produto. Um app próprio da marca, onde todas as ações podem ser visualizadas e ajustadas pelo próprio cliente.

Além de aumentar as oportunidades de vendas e conquistar novos mercados, um aplicativo próprio indica uma ótima ferramenta que distancia positivamente a sua marca das de seus concorrentes, logo isto se torna uma grande diferencial.

Qual o Seu Tipo de Negócio?

Seja varejo, alimentício ou prestação de serviços, é importante que o usuário tenha domínio de suas ações dentro do app. Desta maneira ele poderá usufruir exatamente do que necessita e não tenha dúvidas sobre o que se refere o seu empreendimento no mercado.

Menus interativos evitam perda de tempo e desperdício de alimentos com reservas garantidas (Reprodução/Google Imagens | Créitos e free license: Getty Images)

É importante que ele possa avaliar o produto disponível para compra assim como selecionar a melhor forma de pagamento. Variedades e opções de tamanhos, cores, texturas; a experiência do usuário aumenta à medida que as alternativas aparecem.

Muitas redes de varejo utilizam, também, ofertas que incentivam os consumidores a efetivarem suas compras. São promoções, como descontos para compras diretas no aplicativo, frete grátis, cash back e outras vantagens de acordo com a loja.

Redes de restaurantes costumam atualizar constantemente seus menus e reservas de mesas conforme a disponibilidade. Desta maneira fica muito fácil a solicitação com antecedência de mesas em horários específicos, assim como a seleção de pratos e bebidas diretamente pelo app.

Menus interativos ajudam a entender o que está garantido tanto no dia, quanto na semana do restaurante. Isso gera ao cliente a opção de escolher qual o cardápio do dia que mais o agrada. A princípio, os aplicativos de restaurantes tendem otimizar tempo e diminuir desperdícios com a opção de reservas, de modo que os usuários possam pagar antecipadamente.

Serviços em geral podem oferecer menus interativos constando trabalhos, agendas, horários, termos, visitas. Se houver serviços personalizados, cabe ao usuário ajustar o que é oferecido a sua necessidade.

Apps Funcionais

É importante ter em mente que a experiência de navegação do cliente conta e isso deve ser pensado desde o momento da idealização do aplicativo. O usuário tende a manter-se por muito pouco tempo em plataformas que não são responsivas.

Empresas especializadas em desenvolvimento de softwares e sistemas podem trazer a construção de um app mais inteligente, intuitivo e com funcionalidades úteis. Por consequência, ela tendem a converter o processo de procura do cliente em compras mais assertivas.

Independente do nicho do seu negócio, é preciso ter a ideia de organização de todos os processos. A estratégia de vendas em apps tem demostrado ser um caminho muito mais que promissor, visto que já estamos nesta realidade há um tempo.

Testes gratuitos, demonstrações, planos de negócios, estar em contato com os clientes de tal forma que seja possível o entendimento destes com o intuito de viabilizar compras e contratações de serviços.

Vender através de aplicativos têm sido cada dia mais atrativo e lucrativo, ainda mais com constantes atualizações a favor do comércio online. Está cada vez mais clara a necessidade de estar conectado ao meio digital para potencializar o canal de relacionamento com clientes e investidores.

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Uma boa manutenção diminui gastos e garante a eficiência na indústria

Para que uma produção flua com agilidade e qualidade, fazer a manutenção correta de máquinas ajuda a alcançar o máximo desempenho e a otimizar o seu tempo de produção.

É certo que em algum momento a máquina mais produtiva e eficiente da sua linha de produção irá precisar de alguns reparos. Afinal, assim como carros, motos, aviões etc., a manutenção está diretamente ligada a vida útil dos equipamentos e a qualidade dos processos, assegurando menos dor de cabeça no futuro.

(Reprodução/Arquivo Cetro Máquinas)

Como em qualquer área relacionada ao manejo de máquinas, a manutenção destas deve ser feita regularmente, ao propósito de prevenir ou caso seja necessário, após um longo tempo sem a devida atenção, possibilitando maior vida útil ao equipamento.

Já mostramos aqui o que é manutenção preventiva, com o intuito de, principalmente, prevenir falhas e defeitos de componentes de máquinas em geral, seja de industriais, automotivas, hidráulicas e inúmeras outras.

Existe uma norma estabelecida pela Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT), a NBR-5462, que limita os tipos de manutenção em três categorias:

1º – Manutenção Corretiva

A manutenção corretiva é a forma de realizar reparos no momento que a máquina em questão apresenta falhas, danos, quebras, baixo desempenho etc. Geralmente este tipo de manutenção requer reparos emergenciais para que não ocorra uma longa perda de tempo na linha de produção, podendo prejudicar toda a operação.

2º – Manutenção Preventiva

Para evitar que sua indústria não pare ou não desperdice nenhum elemento presente em sua linha de produção, em suma a manutenção preventiva deve ocorrer justamente quando há a possibilidade de haver algum tipo de dano, falha, seja da máquina, como de peças, acessórios etc.

Deve ser identificada previamente a necessidade de manutenção de acordo com o tempo e a forma de uso dos equipamentos. Apesar de sempre manter o rendimento da linha, essa metodologia demanda certo investimento, como equipe qualificada e ferramentas essenciais.

Manutenção em máquinas da Cetro
(Reprodução/Arquivo Cetro Máquinas)

3º Manutenção Preditiva

Diferentemente de corrigir o problema quando ele aparece ou de evitar previamente alguma falha ou dano de acordo com a condição da máquina, a Manutenção Preditiva ocorre por meio de previsões.

É a forma mais efetiva e inovadora dentre as disponíveis, uma vez que se utiliza indicadores apurados em softwares e outros sistemas para apontar as circunstâncias de funcionamento e desempenho em tempo real das máquinas, assim como os equipamentos e toda sua rede periférica. É necessária uma gama de investimentos em infraestrutura (softwares, sistemas, sensores, hardware), além de profissionais qualificados.

Monitoramento de Máquinas

Esse processo consiste em identificar problemas internos de máquinas com base em dados monitorados através de sensores implantados em pontos estratégicos, a fim de solucionar com afinco qualquer irregularidade e anormalidade presente no equipamento.

Os dados são enviados para registro e utilizados como comparação ao uso do funcionamento normal da máquina em questão. Após o procedimento e a partir da coleta de dados é possível a constatação de problemas e como é de fato o real funcionamento dela.

Este tipo de análise também aponta futuras falhas, logo que pode evitar danos maiores causados por falhas ou má manutenção aconteçam e comprometam a produção.

Ainda é possível agendar outras checagens com antecedência, visto que os sensores implantados continuam monitorando pontos importantes de todo o processo. Dessa forma é criado um histórico mais amplo e íntegro do funcionamento das máquinas.

Ao ponto de que um histórico mais detalhado ajuda a monitorar com mais veemência os problemas dos maquinários, ainda é possível realizar testes com insumos e produtos de diferentes marcas e modelos, a fim de solucionar reveses ou até mesmo aprimorar o desempenho.

Manutenção Cetro

Manutenção e assistência técnica especializada são frutos de trabalhos especializados de técnicos em eletrônica que conhecem procedimentos e o executam de maneira profissional em máquinas e equipamentos, ainda mais se estas máquinas forem provenientes de grandes indústrias.

Porém, dependendo do grau de dificuldade da condução, qualquer pessoa pode realizar em casa os procedimentos necessários para preservação dos itens logo que, ao depender da máquina, seu reparo pode ser em minutos.

No YouTube, a Cetro faz divulgações de todo seu material comercial, assim como campanhas, eventos, cases de sucesso, dicas e muito conteúdo informativo. Um destes são as manutenções periódicas de máquinas comercializadas em nosso site.

Como Trocar o Óleo das Seladoras a Vácuo de Câmara DZ

Neste vídeo é explicado o passo a passo para realizar a troca perfeita do óleo das Seladoras de Câmara DZ da Cetro. Para exemplificar é utilizada uma Seladora a Vácuo DZ 260 e dessa forma podemos ver que a manutenção é feita de forma simples ágil:

(Reprodução: Youtube/Cetro Máquinas)

Como Realizar a Manutenção do Termocirculador Sous Vide

A técnica francesa do Sous Vide é amplamente utilizada por chefes reconhecidos da cozinha mundial. Visto que, tanto o Termocirculador Sous Vide SV 100 quanto o Termocirculador Sous Vide SV 95 necessitam de cuidados específicos para garantir o bom funcionamento e o cozimento perfeito dos alimentos, veja:

(Reprodução: Youtube/Cetro Máquinas)
(Reprodução: Youtube/Cetro Máquinas)

Manutenção e Limpeza da Seladora a Vácuo Minivac da Cetro

A Seladora a Vácuo mais querida do consumidor, a Minivac é uma Seladora prática e muito fácil de usar, assim como sua manutenção:

(Reprodução: Youtube/Cetro Máquinas)

Manutenção da Seladora a Vácuo Automática com Reservatório

Neste vídeo é realizada a limpeza do filtro da bomba de vácuo da Seladora a Vácuo Automática com Reservatório, assegurando a qualidade original da bomba com o propósito de garantir muito mais tempo de trabalho:

(Reprodução: Youtube/Cetro Máquinas)

Troca de Itens da Seladora a Vácuo de Câmara

A DZ 280 do vídeo serve de exemplo pra a manutenção de todas as seladoras de câmaras da Cetro, de tal forma que é possível a troca do teflon, fio de corte e resistência de forma facilitada, apenas seguindo os passos do nosso engenheiro Edgar Borali:

(Reprodução: Youtube/Cetro Máquinas)
(Reprodução: Youtube/Cetro Máquinas)
(Reprodução: Youtube/Cetro Máquinas)

A eficiência dos processos é diretamente interferida por esses processos de manutenção. Uma boa manutenção preventiva, corretiva ou preditiva fará a diferença nos futuros resultados, além de garantir o bom excelente desempenho de seu maquinário.

Aqui no Blog da Cetro você encontra conteúdos, como dicas, cases, artigos sobre indústrias, empreendedorismo, tecnologia e inovação. Fique ligado, acesse nosso blog diariamente e assim receba todo dia novos artigos do mundo da automação.

Assim como controles, sistemas, softwares e hardwares, os sensores industriais fazem parte de processos industriais; entenda um pouco mais sobre estes dispositivos presentes em máquinas e equipamentos

Seja na indústria, no comércio ou residência, a tecnologia está evoluindo constantemente atribuindo dispositivos que aumentam esta evolução. Os sensores industriais são componentes que aumentam a eficiência de partes eletroeletrônicas de máquinas, como esteiras, bobinas, balanças, entre outros.

Sensores são dispositivos que captam movimentos e ações de objetos que ocorrem em processos e projetos eletroeletrônicos. Os sensores ópticos emulam essencialmente a visão e tem fabricação de acordo com a tecnologia da emissão, recepção e da radiação infravermelha.

Divisão dos Sistemas de Sensores Industriais

Os sensores industriais basicamente baseiam-se em um feixe de luz o qual é recebido por um elemento fotossensível, utilizados em diversas áreas, como sistemas automáticos de máquinas, sistemas de segurança pessoal e residencial. Com tudo, eles geralmente aparecem divididos em três sistemas mais utilizados, tanto em indústrias, como em residências e comércios:

Sensor de Barreira

Este sensor é composto por duas partes em corpos diferentes, o emissor e o receptor. O emissor tem a missão de enviar o feixe de luz do tipo infravermelho enquanto, do outro lado, o receptor irá recebê-lo. Qualquer corpo ou material que obstruir a “linha” do raio infravermelho fará com que a carga elétrica desligue o sinal entre eles.

O Sensor de Barreira pode detectar objetos a longas distancias com maior confiabilidade sendo extremamente necessário o alinhamento entre o transmissor e o receptor para que o feixe de luz possa estar alinhado e tornar o funcionamento perfeito da operação.

Este tipo de sensor tem aplicações como, por exemplo, em porta de elevador, onde a quebra do sinal faz com que ele não feche e acabe machucando pessoas ou danificando objetos.

Além disso, dentro da indústria é usado para delimitar áreas de uso do operador, como em áreas de operação de braços robóticos, onde ocorrerá a imediata pausa da máquina quando ocorrer a passagem entre os feixes.

Sensor de Difusão

Também chamado de Sensor Fotoelétrico Difuso, este dispositivo possui o transmissor e o receptor em um mesmo invólucro. À medida que um objeto intercepta o feixe de luz, essa luminosidade reflete no objeto e volta ao receptor ocorrendo o acionamento do sensor.

O sensor difuso permite o ajuste de detecção, ou seja, é possível ajustar as distancias dos raios de luz, além de alcançar com mais facilidade objetos claros, transparentes e opacos.

Seu poder de detecção é um pouco inferior aos outros tipos justamente por depender do objeto analisado, lembrando que quanto mais escuro for o objeto, menor a leitura do feixe de luz. Os receptores difusos não bloqueiam luz não polarizadas, permitindo que o mesmo identifique a luz refletida pelo objeto.

Comumente muito utilizado na contagem de peças que interceptam o feixe do transmissor ao passarem na frente do sensor transportados por uma esteira.

Sensor Retro Reflexivo

O Sensor Retro Reflexivo também possui o transmissor e o receptor envolto ao mesmo corpo, mas o seu diferencial está na necessidade do uso de um espelho prismático. O feixe de luz emitido pelo emissor é refletido pelo espelho que retorna ao receptor do sensor.

Quando há interceptação do feixe, o receptor não capta o sinal, logo não há acionamento do componente elétrico. A polarização realizada pelo espelho prismático garante que o receptor do sensor detecte apenas a luz emitida, ignorando luzes não polarizadas.

Uma das vantagens deste tipo de sensor é que ele independe de cor do objeto, podendo detectá-los em uma distância relativamente grande. O sinal emitido pelo sensor tem compreensão por três maneiras, sendo elas:

  • Modulação: Um emissor com um circuito eletrônico integrado é programado para enviar a luz através de um pulso com uma frequência específica. O receptor também tem integrado um circuito semelhante, recebendo pulsos de luz com a mesma frequência.
  • Arranjo Focal: Usadas lentes no emissor e receptor de modo a focalizar o feixe de luz com mais precisão entre eles.
  • Filtro: Os filtros bloqueiam o espectro de luz visível promovendo com mais facilidade a detecção de um sinal modulado.

Características Elétricas

Os sensores industriais possuem características elétricas importantes para o funcionamento exato durante os processos. Hoje há dois tipos de sensores disponíveis: PNP ou NPN. O PNP tem seu uso em sensores que possuem junção positivo-negativo-positivo. Já o NPN tem manejo em sensores que possuem junção negativo-positivo-negativo.

Máquinas Cetro com Sensores Industriais

Sensores Industriais: exemplo de sensor industrial em máquina da cetro.
Sistema de sensor difuso da Dosadora Automática para Pós de Bancada FLG 1000 T da Cetro (Reprodução: Youtube/CetroMáquinas)

A Cetro dispõe uma grande quantidade de máquinas que utilizam sensores industriais para o funcionamento perfeito de suas funções. São envasadoras, dosadoras, empacotadoras e linhas completas que seguem o padrão de utilização destes sensores nas indústrias, como a Dosadora Automática para Pós de Bancada FLG 1000 T.

Essa dosadora, que serve para dosar produtos em pó com extrema precisão, utiliza sensores eletrônicos do tipo difusor que detecta a entrada e saída dos frascos, garantindo mais inteligência operacional ao posicionar as embalagens no lugar adequado para o envase, de modo que seja possível alterar regulagens de altura afim de obter o posicionamento perfeito.

Se você gosta de estar por dentro de tudo sobre automação, tecnologia, indústria e inovação, fique ligado no blog.cetro.com e receba conteúdos que irão desde dicas à cases de sucesso para que você possa garantir a melhor informação.

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